1.jpg)
Parallax(e)
Livre não sou, que nem a própria vida
Mo consente
Mas a minha aguerrida
Teimosia
É quebrar dia a dia
Um grilhão da corrente.
Miguel Torga
7.5.08
Espaço : quebrar um grilhão da corrente
Publicada por
Cometa 2000
4
comentários
5.5.08
Escuta o espaço...

Beatriz Martín Vidal
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
Quero apenas contar-te a minha ternura...
Manuel Bandeira
Publicada por
Cometa 2000
9
comentários
1.5.08
Espaço para nada mais

Brookem Danno (alterado)
Agora sei que o amor nos faz aproximar as coisas, habitá-las, que pelo amor as reconhecemos e que, depois de lhe recebermos a revelação, nada mais é preciso para nos sentirmos vivos.
Fernando Namora
Publicada por
Cometa 2000
6
comentários
28.4.08
Um espaço sobre homens e mulheres e casas também

Homens à chuva com as mãos nos olhos
Publicada por
Cometa 2000
6
comentários
Un espacio largo.
Publicada por
Cometa 2000
2
comentários
24.4.08
O teu centro é um espaço onde o paraíso mora.
Publicada por
Cometa 2000
5
comentários
23.4.08
Uma coisa a menos para adorar no espaço


Franck Juery
Publicada por
Cometa 2000
3
comentários
22.4.08
Sobre a justiça no espaço

Sam Basset
Lembrei-me de Dostoievski e de uma das suas frases que [sem rigor] passo para aqui: não tendes ternura, só justiça, por isso, sois tão injustos.
Recordei-a como contraponto ao perfeccionismo, à tendência para julgarmos os actos dos outros, ao legalismo a que tantas vezes recorremos nas nossas relações.
Na verdade, acredito que não sabemos o que é sermos justos na totalidade. É algo alto demais!
Vamos sabendo, por vezes, quando vamos mais longe do que as necessárias mas quadradas normas. Vamos aprendendo o que significa, quando conseguimos evitar a exigência sem coração.
Publicada por
Cometa 2000
5
comentários
Espaço : bom início de semana.

Fysh
Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite.
Edgar Allan Põe
Publicada por
Cometa 2000
4
comentários
18.4.08
17.4.08
Espaço: sim, estou certo que sim.

Daaram
(...)
Sinto a romper na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes
como a ventania. Sinto a romper
na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes
como a ventania. Sinto a romper
na boca os dentes como a ventania. Sinto
a romper na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca
os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os
dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes como a
ventania. Sinto a romper na boca os
dentes como a ventania.
Sinto a romper na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper
na boca os dentes como a ventania. Sinto a romper na boca os dentes como a ventania.
Luís Miguel Nava
Publicada por
Cometa 2000
3
comentários
16.4.08
As palavras dos outros no espaço
Publicada por
Cometa 2000
7
comentários
15.4.08
No mundo, no espaço...

Chang Hsitsun
Perdoa, não sabia que cantavas
Em sossego, silenciosamente. Neste calor
é preciso beber água gelada; também convém
não adorar ídolos, por exemplo a imagem
que aí trazes de ti e te atormenta
(ou me atormenta a mim?).
Outros exemplos incluem jardins de babilónia,
Erupções do etna, o efeito
afrodisíaco do diamante,
as ciências da educação.
Vou-me sentar aqui, respirar até doer
as coisas possíveis nunca reais,
aprender, nó a nó, como te soltas;
Vamos cair num poço, sem
bússola e pára-quedas, vamos ser o primeiro
amor a dois no mundo.
António Franco Alexandre
Publicada por
Cometa 2000
4
comentários
13.4.08
A madrugada é um espaço em que a noite termina

Bernd Meiseberg
A fresta da madrugada
respira pela tua boca
ao fundo das tuas desertas.
Luz gris os teus olhos,
doces gotas da madrugada
nas colinas escuras.
O teu passo e o teu hálito
como o vento da madrugada
submergem as casas.
A cidade arrepia-se,
exalam cheiro as pedras –
és a vida, o despertar.
Estrela perdida
na luz da madrugada,
brisa que zune,
calidez, hálito -
a noite chegou ao fim.
És a luz e a manhã.
Cesare Pavese
Publicada por
Cometa 2000
4
comentários
12.4.08
10.4.08
8.4.08
A amizade é um espaço elevado
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.
António Ramos Rosa
Publicada por
Cometa 2000
7
comentários
O princípio no espaço de agora
Fiama Hasse Pais Brandão
Publicada por
Cometa 2000
4
comentários
6.4.08
Há risos e mais risos no espaço
Tadeu Rozewicz
Publicada por
Cometa 2000
3
comentários



















