7.12.07

Escuto o mar, o teu espaço claro



Si Huy
Nadav Kander

As árvores vinham ao limite da estrada
beber a água que das nossas mãos escorria.



Caminhar até mim é ir até onde?
Encosto o ouvido ao teu seio
escuto o mar.

Paulo Jorge Miranda


... como o suave sussurro [também do mar] que nos desperta para a manhã clara e sempre nova. Que nos dá os bons dias e umas tantas outras preciosas palavras que guardo em vez de proclamar.


outra claridade

... a todos que por aqui!

:)

8 comentários:

maria disse...

muito bonito

Chloé disse...

A vida está em momentos pequenos e tão marcantes como estes...

margarida disse...

e já cega por toda esta claridade,
regresso outra vez outra vez
e outra vez a estas sílabas acesas pelo teu rasto, ó extraordinário cometa.

petroy disse...

comovente a primeira frase ... bela a imagem da ginkgo biloba

dora disse...

"caminhar até mim é ir até onde?"
obrigada pelo verso ( e pelo inteiro belo post )

un dress disse...

espaço claro o teu.

macio e claro como nuvem

que dança e viaja.................

Cometa 2000 disse...

maria, ainda bem que gostaste. és sempre bem-vinda.

chloé e que se multipliquem, não?

margarida, são excessivas as tuas palavras. obrigado na mesma. :)

petroy, tenho-me me apercebido da tua veia paisagista (ou botânica)...
gosto muito de ginkgos. da sua ancestralidade e poder.

dora, bonito ressaltares esse verso. pelo menos, para mim, parece-me ser a chave do poema. o que o leva mais longe e em mais direcções. obrigado eu. :)

un dress, dia a dia. à procura. :)
também tu falaste de claridade há bem pouco tempo...

dora disse...

guardei a frase no la double vie de veronique ( com rasto para ti, claro ). Espero que não te importes. Obrigada por ela outra vez :)