6.6.07

viver os espaços como uma primeira vez



Gasiorowski
Davide Vetro

Passo, Amo e Ardo.
Água? Brisa, Luz?
Não sei.
E tenho pressa.
Levo comigo uma criança
que nunca viu o mar.

Eugénio de Andrade

Apesar de as levarmos pela mão, são elas que nos ensinam a renovar o olhar, a recuperar a capacidade de surpresa e a restaurar a inocência.

11 comentários:

inês leal, 31 anos à volta do sol disse...

ma...ra...vi...lha........*

**..**..**..**

Abbie disse...

Em cada encontro que temos com os seus olhos de primeira vez. :)

caminheiro disse...

Jejuaremos até ao sol
e à criança correndo
passos instáveis
seguros
direcção ao Homem.

No mapa volátil dos dias
buscaremos o Kairós
a brisa materna que tudo silencia.

Primeira parte do desconcerto
palavra nova...

(posso correr um bocadinho contigo e com a criança em direcção ao mar?)








para ti que vais mão na mão com a criança até ao mar

Avusa disse...

as crianças são o mais puro de nós. Também nós podemos ser crianças de vez em quando...

parole disse...

É das sensações mais bonitas que guardo o oferecer a alguém a oportunidade de ver o mar. Obrigada pela recordação que agora me ofereceste. Beijinhos

Ana Rita disse...

... é por isto que Eugénio de Andrade é um dos preferidos!

e tu aqui completas o pequeno poema,em grande!

Daterra disse...

lindo...

:)

Az disse...

e as palavras do eugénio trazem sempre a leveza da inocência...

ana disse...

a poesia do eugenio são como os olhos das crianças... sólidos, puros, doces

perfeito!

Cometa 2000 disse...

bom fim de semana. :)






a ti caminheiro, obrigado pelas palavras. a caminhada será grande.

Teresa Durães disse...

são elas que retiram o nosso olhar do umbigo. a lição mais importante a meu ver. reconhecer que a vida é mais do que as nossas fantasias, receios e medos. a capacidade de dar mesmo que custe. dar sempre. sempre presente. sempre a amparar.
e os dias são infinitos a seu lado. mas são elas que nos amam como somos, com todos os nossos defeitos.

boa tarde